segunda-feira, 28 de junho de 2010

O Dia em que me tornei kdeli...

Ao Dono de mim...

Era um dia comum. 12 de junho de 2010. Um sábado entediante. Sozinha em casa, decidi que iria me distrair um pouco numa sala de bate-papo da uol, como há muito tempo não fazia. Meu nick, li, como todos os outros nicks femininos, chamou atenção de muitos homens que tentaram iniciar um papo. Uma chuva de "Oi, li, tudo bom? podemos tc?" caiu sobre mim. Normal. Mas nada daquilo me interessava, eu nem sabia muito bem o que procurava, ou se procurava mesmo alguma coisa.

Entre eles um mais assanhado, com o nick de Sr. disse:

- "Oi kdeli"
.

Fiquei um pouco tensa ao ver meu nick associado à imagem de uma cadela, mas aquilo também me excitou. Nem respondi. 2 minutos depois ele gritava:

-"RESPONDA QUANDO SEU DONO FALAR COM VC cadela!".

Nossa, aquilo me deixou chocada, paralizada, mas comecei a ficar molhada na mesma hora e respondi

- "oi Sr.".

"Muito bem kdeli, assim está melhor. Vamos conversar e nos conhecer melhor, pois de agora em diante você está em treinamento para ser minha kdelinha e me ter como missão satisfazer completamente seu Dono". Disse o homem misterioso.

Aquelas palavras me enfeitiçaram. A partir dali, só conseguia me imaginar sendo propriedade dele, apesar de não saber nada sobre ele. Como tais ideias poderia estar me excitando e me causando repulsa ao mesmo tempo? Só sei que ficamos conversando por muitos minutos. Trocamos msn e conversamos por mais muitas horas. Durante o sábado inteiro conversamos por msn e telefone. No domingo, eu estava fascinada por Ele e confirmei que iria cumprir o que ele me ordenara. Iria encontrá-lo em sua casa na segunda-feira, depois do trabalho.

Me depilei completamente como ele me ordenara que fizesse e depois do trabalho fui encontrá-lo num shopping perto da sua casa. Nem acreditava que estava fazendo aquilo. Indo encontrar um homem estranho, que me tratara como cadelinha durante os últimos dias que conversamos no msn e pelo telefone. Mas ao mesmo tempo em que era rígido e disciplinador, comigo e me chamava de cadela, me tratava com tanto carinho que me sentia cada vez mais confortável. Eu ainda não sabia, mas não tinha mais volta - Agora eu me tornaria uma cadelinha, a kdeli.

Eram 18hs quando o vi em pé na porta do shopping. Me aproximei, olhando-o nos olhos, mas ao chegar perto fui ficando com vergonha e baixei a cabeça. Ele segurou-me pela nuca e, sem falar uma palavra, me puxou e me deu um beijo na boca, enfiando sua língua toda em minha boca. Me senti sufocada, dominada, a princípio resisti, mas logo meu corpo ficou mole e me entreguei à sua língua que vasculhava toda minha boca, como quem mede os espaços disponíveis para serem usados. Depois de algum tempo me soltou e me deu o prazer de ouvir sua voz pela primeira vez, quando disse, enquanto já dava os primeiros passos em direção à saída do estacionamento do shopping:

- Vamos para minha casa, kdeli. Me acompanhe!

Não sei o que passou na minha cabeça. Na verdade, nada se passou, apenas um sentimento agradável de não precisar decidir pra onde ir ou o que fazer e imediatamente comecei a segui-lo. Ele veio durante todo o caminho me segurando pelo pescoço com força, apertando-o. Quando passamos por uma quadra mais vazia, já perto da sua casa, ele me encostou na parede de um muro olhou sério para mim, fixando o olhar fundo nos meus olhos.

- Você agora é minha! Você agora me pertence para sempre! Você agora é minha kdeli! Sua alma, seu corpo, seu coração, seus desejos, sentimentos e vontades me pertencem. Seu prazer e me dar prazer e me ver feliz e satisfeito.

Quando terminou de dizer aquilo, enfiou rapidamente a mão direita dentro da minha calça e apertou com força os lábios da minha xaninha! Aquilo me deixou vermelha, imóvel, completamente envergonhada, só conseguia olhar para os lados e rezar para que ninguém passasse. Fiquei completamente encharcada na mesma hora e ele percebeu, claro. Tirou a mão da calça e me mostrou os dedos melados.

- Olhe como você já é minha! Veja como está aceitando. Adoro você kdeli. És uma cadela muito linda, vai ser perfeita. Você vai adorar, ver ver. Olhe como já está tão molhada! Disse enquanto lambia os dedos.

Terminou de dizer isso, se virou e continuou andando. Eu o segui, sem ao menos cogitar a possibilidade de abandonar aquela situação. Ele estava certo. Agora eu tinha um Dono.

Chegando em à casa, fomos direto para seu quarto. Eu continuava sem conseguir entender muito bem o que se passava comigo. Só conseguia ficar totalmente passiva, à disposição dos desejos e vontade do meu Dono. Essa situação me causava um desconforto. Como não conseguia reagir? Porque eu ainda estava ali aceitando tudo aquilo? sabia o que estava acontecendo comigo, estava me tornando uma cadelinha. Estava me tornado a sua cadelinha - a kdeli. Paramos em frente à cama e ele foi tirando toda minha roupa, sem se importar com o fato de eu ficar cada vez mais envergonhada. Sentou-se na cama e me ordenou que me ajoelha-se aos seus pés. Ele deu ordem para que eu me ajoelha-se de frente para a cama e eu, é claro, obedeci. Ele então tirou sua calça e se sentou na minha frente, colocando seu pau duro bem perto do meu rosto. Podia sentir o calor exalando do seu sexo. Aquele cacete grosso pulsava na minha frente e ele sabia que eu estava morrendo de desejo de chupá-lo. Abri a boca e me atirei em cima dele, chupando-o, como uma criança quando ganha um doce ao qual desejava a muito tempo.

Não conseguia pensar em mais nada. Cada vez que abaixava e levantava a cabeça, que enfiava seu cacete todo em minha boca e o deixava deslizar novamente para fora, minha mente ficava mais vazia, mais relaxada e distante dos problemas do dia-a-dia. Só conseguia sentir meu corpo pedindo pra dar prazer ao meu Dono, pra ser seu, para que Ele me tomasse. Ele me segurou pelos cabelos, acompanhando com a mão os movimentos da minha cabeça, enquanto dizia:

- Agora, kdeli, seu você vai aos poucos se acostumando a pensar, sentir com seu corpo, mais do que com a mente. Vai, aos poucos, se tornando meu animalzinho, a minha cadelinha. Vai aprender a se entregar ao momento e quando estiver comigo será uma cadelinha completa. Me obedecerá, se entregará e ficará completamente disponível para satisfazer meus desejos. Mais que isso, o seu prazer será me dar prazer. Sua satisfação será ver a satisfação do seu Mestre. Seu desejo será o de realizar os desejos do seu Dono e, ao meu lado, você se sentirá completa.Aquelas palavras entraram em meus ouvidos, em minha mente e em minha alma. Entraram como todas as outras palavras a atitudes que meu Dono teria comigo daquele dia em diante. Entraram profundamente e se fincaram em mim. Depois de falar isso, o Dono de mim se levantou e me ordenou que submisse na cama, andando de 4 como uma boa cadelinha, é claro. E é claro que fiz desse jeito. Parei e fiquei de 4, como ele me ordenara. Ele então começou a abrir meu rabo com suas mãos, examinando cuidadosamente minha boceta. Aquilo me fazia sentir-me exposta, humilhada, mas me deixava ainda mais molhada e ele via minha nítida excitação. Eu me contorcia e gemia, enquanto ele me abria com mais força e de vez em quando enfiava um dedo para brincar comigo. Ficamos assim durante uns 10 minutos, então ele disse:

- Agora vamos ver se você é uma cadelinha fiel mesmo aos desejos do seu Dono!

Mal tinha terminado a frase e me puxou com força para perto de si, começando a dar tapas fortes em minha bunda. Fiquei paralisada. Não eram tapinhas, como os que já tinha levado de outros homens com os quais fiquei. Eram tapõẽs! Estavam doendo e deixando minha bunda vermelha! Mas eu estava amando. Cada vez que sentia o peso e a força da sua mão em mim, me apaixonava um pouco mais por Ele. E Ele sabia que estava diante de uma cadela entregue àquele que agora era seu Dono.

Depois de me dar uns 10 tapas em cada nádega, voltou a abrir meu rabo com as mãos fortes e encostou seu pau na entrada da minha xaninha. Estremeci completamente, não resisti e implorei:

- Por favor, me come agora!

- Ainda não.
Respondeu ele, afastando o pau e abrindo novamente meu rabo com as mãos. Só que agora me deu um tapa forte na xaninha. "Toma nessa buceta gostosa sua masoquistasinha safada! Você agora é minha putinha. A minha cadelinha! A minha cachorra! E tudo mais que eu quiser que você seja, pois você é minha, gostosa!". Aquelas palavras, acompanhadas de tapas cada vez mais fortes na minha xoxota me deixaram enlouquecida, a ponto de gozar.

Nesse momento Ele me puxou pelo cabelo e enfiou seu pau grosso de uma só vez em minha xoxota. Senti como se estivesse me rasgando por dentro, a dor dos tapas dados na minha bunda se somaram à sensação de estar sendo penetrada. Era como se meu rabo estivesse completamente em chamas. Muita dor e muito prazer. Era o prazer sexual mais exótico que eu tinha experimentado.Ele ficou fodendo minha bocetinha durante muito minutos. Perdi a noção do tempo completamente. Ele puxou meu cabelos, bateu em minha bunda, minhas costas, mordeu minha nuca, meu pescoço e me deu tapas na cara, mas tudo que eu sentia eram vibrações. Meu corpo estava completamente extasiado com a sensação de estar sendo dominada por aquele homem. Me sentia plena e tudo que ele fazia comigo me dava prazer. O prazer de saber que meu Dono estava se satisfazendo comigo, me usando, se servindo de mim o que me enchia da maravilhosa sensação de ser uma boa cadela.

Ele me virou, me dizendo que queria enfiar fundo na sua cadelinha enquanto a olhada nos olhos. Ele continuou enfiando seu pau fundo em mim, enquanto me olhava nos olhos e me dizia que eu era sua cadelinha, que agora tenho um Dono e que estava muito satisfeito comigo. Não resisti e gozei intensamente em seu pau enquanto o olhava nos olhos e sorria.

O Dono de mim uso meu corpo por muitos minutos até derramar seu leite todo em meu rosto, a maior parte dentro da minha boca e me mandar limpar tudo com a língua e engolir. Aquilo me causou repulsa e não consegui fazer da forma como ele queria. Ele, muito compreensivo, disso que dessa vez passava, pois era minha iniciação. Mas que de agora em diante eu estava em adestramento e aprenderia todas as lições que uma boa cadelinha deve ter para saber como servir ao Dono.

O Dono de mim então me colocou uma coleira o que me deixou realmente muito emocionada. Então ele disse:

- Kdeli, hoje você demonstrou que está realmente disposta a me servir e ser uma boa cadela. Apesar de não conhecer nada do universo BDSM, você é um diamante, pronto para ser lapidado. Muitas coisas podem assustá-la no início, mas você é inteligente e já percebeu que sou confiável e não vou te por em perigo. Você vai aprender comigo tudo que sei sobre o tema e, até que encontre um motivo forte para abandonar o BDSM, você deverá me servir completamente e será minha escrava. De hoje em diante esqueça sua vida baunilha e lembre-se sempre que você tem um Dono. Cada encontro nosso será uma nova lição para você. Você aceita ser adestrada por mim? Você deseja prosseguir sendo adestrada?

Ele sabia que aquelas perguntas já tinham sido respondidas. Mas fiz questão de dar mais esse prazer ao meu Sr., meu Mestre, Dono de mim e lhe disse com a minha voz mais doce e apaionada:

- Claro Dono de mim, por favor, quero que continue me adestrando...

E o Dono de mim me disse, enquanto me puxava pelos cabelos para perto do seu pau...

- Que lindo ouvir essas palavras de sua boca minha kdeli! Venha mamar aqui enquanto te contarei mais sobre o BDSM e te farei um cafuné.

Meu corpo me levou tão rápido para seu colo e colocou minha boca sugando e babando seu pau que minha mente só percebeu quando já estava aninhada como uma boa cadelinha obediente. Naquela noite ele me usou diversas vezes mais e me deu muitas outras lições sobre BDSM, submissão, dominação e diversos outros temas. Mas isso são papos para outros dias...

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